quinta-feira, 3 de setembro de 2009

AS ILHAS MALDIVAS DE ROBINSON CRUZOÉ


Um bar pode ser o pior lugar do mundo / tendo por companhia o rebotalho /

Contudo, diante de uma garrafa de cerveja /
o ser humano se sente livre de si / do peso de sua existência incômoda / livre da ansiedade sexual, moral, econômica / do jugo social que começa com a pressão do grupo familiar / e termina com o mal menor que é o casamento, / a polícia, o médico, o padre; enfim, as instituições que nos coagem legalmente /

O homem tende para a individualidade exacerbada / mas a individualidade o assusta / deixa-o náufrago na ilha de solidão do Robinson Cruzoé / que existe na terra das ilhas Maldivas formadas dentro de nós / longe da proteção da manada que o ajuda a trotar nas campinas / ou no logradouros públicos das cidades / onde a selva está à sombra das palavras em flor / ( frases e orações são armadilhas letais ) /


Então o ser humano se refugia no bar / na toca da cerveja e do cigarro / escondendo-se na multidão dos ébrios estúpidos / na associação precária dos papalvos, fanfarões e falastrões contumazes / que abdicaram de toda pretensão à individualidade / para se tornarem a massa popular / o ser liquidado no líquido saboroso e relaxante da cerveja / ou dissolvido nas doutrinas de igrejas, ciências ou filosofia / que liquidam o ser mais que o álcool ou o cigarro / ou a peste negra, a gripe espanhola, a inquisição espanhola / ardendo nas labaredas do cérebro de Torquemada /


O ser humano se refugia no casamento / ou na arte, ciência ou qualquer atividade que o faça olvidar-se / esquecer-se no líquido amarelado, tinto ou branco / fugindo das masmorras frias que é a individualidade radical / dessa raiz que nos prega ao solo da subjetividade / e leva a beber e imergir no lençol freático corrente em nosso vasto universo interior / uma terra longes plagas da terra Prometida / Canaã dos cananeus, terra dos Refains, Ananquins, Gibborins, Zamzummins e Emins / todos gigantes da raça dos Nefilins de que fala o Deuteronômio / ( os Nephilins eram os anjos caídos por terra / aqueles plantados com a face na poeira dos caminhos : os Refains ou anjos decaídos / de volta ao pó, morada dos mortos ) /

O casamento é uma prisão institucional, metafísica, / que o previne contra os inimigos externos / colocando inimigos internos dentro do castelo / a fim de assustar os inimigos sitiantes externos / e espantar a solidão de todos os recantos do espaço e dos esconderijos do tempo / ( o casamento é um bom espantalho e cuida para que um deus não fuja do lar com a garrafa de cerveja / esquecida no sono do bêbado familiar ) /

Um animal solitário é presa fácil às feras /
é uma criança no escuro com medo da besta de sete chifres que comanda o mundo / da besta que a ciência do Apocalipse descobriu emergindo como outro ser da terra /
( a besta urrando lá fora na voz tétrica do vento ululando a cavaleiro dos lobos /
a fera mesclada ao fantasma penitente da solidão / e à alma penada ou alma-de-gato da criança afastada do rebanho / é um prenúncio de fim de mundo subjetivo / o mundo que acaba primeiro, antes das estrelas caírem ao som das trombetas dos anjos / levantando o pó do solo que havia se juntado num corpo humano / e acendido com o sopro de fogo a alma de Adão / ligando-a à a energia emanada da terra / aos deuses da química, física, eletromagnetismo e eletricidade / que mantém o pó de Adão unido e composto / até que que essas energias divinas escapem / e levem o corpo a cair na decomposição / na qual o pó que subiu até o anjo / descer ao solo no giro em espiral da folha decídua / figura vegetal do anjo caído com o rosto no pó / os refains bíblicos / os falecidos no outono amarelento anotado nas folhas das planatas caduciforme ) /


Todavia, um ser humano em meio ao rebanho de zebras familiares / pode se defender ou se esconder da sanha dos leões /
( é o caso das "zebras" casadas / na companhia de esposa e filhos / micro rebanho que confunde os leões com listas de pijamas ou listras da camuflagem pintadas pela ciência vegetativa / que se expressa no instinto de conservação e de procriação / quando é conceituada na complexa e vegetal paixão do amor ciência livre e pendurada nos esgalhos da sabedoria natural ) /


Nesta associação do rebanho / as mulheres historiais se vendem sob várias formas : / vão à igreja para se venderem / ( prostituição sagrada) / ou aos vários mercados do amor / onde se regateia o preço do sexo / porque a fêmea na natureza é a origem da troca e de continuação genética / é a flor que desabrocha no momento vegetal do amor / pois o amor é atividade vegetativa na flor / que é o momento de amor ou sexo no vegetal / ( a flor do amor vegetal no ser humano e nos animais / desabrocha no sistema nervoso autônomo / e desce ao aparelho geniturinário / à região sacra / em forma de semente no homem / e de óvulo ( eufemismo para ovo ) na mulher ) /

A necessidade de individualizar o amor / é a garantia do macho de exclusividade sexual / cujo escopo é certificar o destino e origem de sua prole / o que faz o macho porfiar contra seus adversários pela posse do território e fêmeas / até a morte ou até a "outra" vida que ele deixará perpetuada por seus genes / manisfestada nos fenótipos de sua prole / Macho e fêmea ( princípio vegetal do amor manifesto nos animais ) / procuram o máximo de parceiros sexuais com bons genes disponíveis / possibilitando a mais rica hibridação genética possível /


A manifestação do amor vegetal / que é pacífico como sói à imobilidade vegetal / no animal se transforma na primeva guerra mundial / cujo Front é o jângal /

No ser humano, que é um ser simbólico e simbolizador / esse amor vegetal, vegetativo que caminha pelo jardim do Éden / paraíso que é hoje conhecido na terminologia científica com sistema nervoso autônomo / ou sistema nervoso vegetativo / bifurcado pelas palavras em sistema nervoso simpático e parassimpático / toma o rumo da metáfora e se modifica no amor romântico / um sentimento piegas criado pela necessidade social e política de dominar / pela supressão do saber originário do "Bem" e do "Mal" / árvores que se desviam dos olhos pelas curvas no espaço e tempo / curvas geométricas e físicas feitas pelas palavras / que têm o poder de traçar conceitos e figuras para o invisível / porquanto as palavras tem o poder de esconder o paraíso sob seu manto negro / maculado pela noite tediosa e depressiva /


Destarte, os homens e as mulheres / perdidos no bombardeio da guerra semiológica das palavras / não sabem mais do vegetal que são / tampouco têm consciência do animal em seus corpos / e se tornaram a abstração do homem e da mulher / seres de sombras / sombras de seres / rebaixados a ser menos que os animais e os vegetais / a um ser menor que o ser dos animais e dos vegetais / porque nada sabem sem palavras / pois as palavras trazem menos conhecimento que a linguagem animal / que lê o mundo com perfeição / e escreve com os signos da ação / exprimindo em ação vegetativa / a filosofia vegetal implícita na divina flora : / a deusa Flora é a primeira senhora do paraíso /
( Nossa Senhora do Paraíso / Madonna do Jardim do Éden ) /
Os vegetais constituem o único e real paraíso terrestre / por isso os homens anelam tanto pelo amor / embora essa paixão para eles esteja soterrada sob camadas de terras de vocábulos /


Os poetas, inobstante, são os únicos seres humanos / que sabem acessar a herança vegetal e animal / que existe intocável no ser humano / na forma mental e simbólica do centauro / forma essa que é o veículo de passagem do ser humano pelo universo natural / que o leva ao mergulho no mundo vegetativo / através da idéia mitológica do centauro / que é um método e fórmula simbólica e poética / na qual se misturam corpos químicos, físicos e eletromagnéticos / no sortilégio de poder cuja função é fazer emergir o homem / ainda alienado sob a forma de poeta ou artista / mas capaz de sentir e ler os signos da natureza / utilizando a vastíssima erudição presente na linguagem dos animais / e o saber da seiva que abre caminhos vegetais na sensibilidade do artista /


O poeta reconstruiu-se para além das palavras que escreveu / nos axiomas e postulados da vida / que são as suas poesias ou obras de arte / Poetas são cientistas e filósofos da vida / cientistas e filósofos vegetativos / não meros compiladores do saber sobre a vida / daquele pobre saber conceptual, terminológico, metodológico, / que caracteriza o parco conhecimento da biologia, botânica, zoologia, / ou qualquer outra ciência cujo objetivo seja conhecer a vida / na esfera mínima do saber e máxima do conhecimento por vocábulos / e não no sentido lato da linguagem dos animais / e do misterioso saber que perpassa as ramas dos vegetais /
( guardiãos dos segredos tangidos pelo vento e arquitetados nos vespeiros / que fazem lastro em suas folhas / repositórios dos segredos mais profundos e densos da vida / os vegetais são os maiores sábios da vida ) /


O poeta não quer simplesmente conhecer / tarefa do cientista e do filósofo / porquanto o conhecimento se restringe a vocábulos / assim como tudo o mais que o "logos", o verbo, ou as categorias exprimem em lógica : / - o poeta quer saber a vida /
( não saber sobre a vida, pois esse saber é ato natimorto ) / quer provar com os sentidos o sabor em si / o gosto vivo e vital da sabedoria / - rama mestra da ciência vegetativa /

El paraiso según Bruegel.
"El jardín del Edén", de Hieronymus Bosch

El Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA: ÉDEN) (en hebreo עדן) ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HEBREO ) es, según el relato bíblico ( GOOGLE, WIKIPEDIA: RELATO BÍBLICO ) del libro del Génesis ( WIKIPEDIA: GOOGLE ?: LIBRO DEL GÉNESIS ) , el lugar donde habría puesto Dios al hombre ( GOOGLE, WIKIPEDIA: DIOS, HOMBRE ) después de haberlo creado a partir del polvo de la tierra ( GOOGLE, WIKIPEDIA: POLVO DE LA TIERRA) .

Y Dios plantó un huerto ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HUERTO) en Edén, al oriente ( GOOGLE, WIKIPEDIA : ORIENTE ) ; y puso ahí al hombre que había formado.
Tomó, pues, Dios al hombre, y lo puso en el huerto del Edén, para que lo labrara y lo guardase. Génesis 2:15 REFERÊNCIAS :
La palabra paraíso ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: PARAÍSO ) procede del griego ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN, LENGUA : GRIEGO ) παράδεισος, paradeisos (en latín paradisus) ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: LENGUA : LATÍN) , usado en la Septuaginta ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , LENGUA : SEPTUAGINTA) para aludir al Jardín del Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : JARDÍN DEL ÉDEN) . El término griego( WIKIPEDIA, GOOLE, ETNIA : GRIEGO ) procede a su vez del persa ( GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : PERSA) پرديس paerdís, ‘cercado’, que es un compuesto de paer-, ‘alrededor’ (un cognado ( GOOGLE, WIKIPEDIA : COGNADO ) del griego peri-) y -dis, ‘crear’, ‘hacer’. Fuentes tan antiguas ( GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : FUENTES ANTIGUAS ) como Jenofonte ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFÍA, HISTORIA : JENOFONTE ) en su Anábasis (siglo IV a. C.) aluden al famoso jardín «paraíso» persa. Así, su significado original hace referencia a un jardín extenso y bien arreglado, que se presenta como un lugar bello y agradable, donde además de árboles y flores ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTANICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) se ven animales enjaulados ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTÁNICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) o en libertad ( GOOGLE, WIKIPEDIA : LIBERDAD ) . GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : Isla Robinson Crusoe - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : ISLA ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA: COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA , OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DESNSIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DENSIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, : TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, : TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA : INQUISIÓNS ESPAÑHOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA : INQUISICIÓN ESPAÑHOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA:BIOGRAFIA : TOMÁS TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : TOMÁS TORQUEMADA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : GRIPE ESPAÑOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : GRIPE ESPAÑOLA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : PESTE NIEGRA , NEGRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, EDAD MEDIA, HISTORIA : PESTE NIEGRA, NEGRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ANTROPOLOGIA : HOMEM , HOMBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA, ANTROPOLOGIA : HOMEM, HOMBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALIDADE - GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALIDADE - GOOGLE, WIKIPEDIA: GOOGLE, WIKIPEDIA: INDIVIDUALID - INDIVIDUALIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA : GARRAFA, CERVEJA, LIVRE, LIBRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: GARRAFA, CERVEJA, LIVRE, LIBRE - REBOTALHO, EXISTENCIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: REBOTALHO, EXISTENCIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: SEXUAL, MORAL, ECONOMICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: SEXUAL, MORAL, ECONOMICA - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANSIEDADE, ANSIEDAD, SOCIAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: ANSIEDADE, ANSIEDAD, SOCIAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : JUGO, FAMILIAR, FILOSOFIA - GOOGLE, WIKIPEDIA : JUGO, FAMILIAR, FILOSOFIA - GOOGLE, WIKIPEDIA : CASAMENTO, POLÍCIA, MÉDICO, PADRE - GOOGLE, WIKIPEDIA: CASAMENTO, POLÍCIA, MÉDICO, PADRE - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ILHA, ISLA , NÁUFRAGO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ILHA, ISLA, NÁUFRAGO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ILHAS, ISLAS MALDIVAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : ILHAS, ISLAS MALDIVAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : SOLIDÃO, SOLEDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA: SOLIDÃO, SOLEDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIVRO : ROBINSON CRUZOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIVRO : ROBINSON CRUZOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIBRO : ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, LIBRO: ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, FAUNA : MANADA, REBANHO - GOOGLE, WIKIPEDIA, FAUNA : MANADA, REBANHO - GOOGLE, WIKIPEDIA, FLORA : CAMPINAS, SELVA, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA, FLORA : CAMPINAS, SELVA, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA: LOGRADOUROS PUBLICOS, CIDADES - GOOGLE, WIKIPEDIA: LOGRADOUROS PUBLICOS, CIDADES - GOOGLE, WIKIPEDIA , LÍNGUA : FRASES, ORAÇÕES, LETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, LÍNGUA : FRASES, ORAÇÕES, LETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, LENGUA: ORCACIONES, LETALES - GOOGLE, WIKIPEDIA, LENGUA : ORCACIONES, LETALES - GOOGLE, WIKIPEDIA: PALAVRAS, PALABRAS, VOCABULOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: PALAVRAS, PALABRAS, VOCABULOS -
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Isla Robinson Crusoe
Localización
País Bandera de Chile Chile
Región
Provincia
Comuna
Valparaíso
Valparaíso
Juan Fernández
Océano Pacífico
Coordenadas 33°38′42″S 78°49′23″O / -33.645, -78.82306
Geografía
Superficie 96,4 km²
Punto más alto 916 El Yunque
Demografía
Población 630
Densidad 6,5 hab./km²
Mapa de la Isla Robinson Crusoe

La Isla Robinson Crusoe, antiguamente llamada Más a Tierra (o Más Atierra), forma parte del ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNÁNDEZ archipiélago chileno de Juan Fernández ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNANDEZ ) . Tiene 96,4 km² y su población fue de 488 habitantes en el Censo de 1992, mientras en el Censo de 2002, el número de habitantes aumentó a 630, mayormente concentrada en el poblado de San Juan Bautista ( WIKIPEDIA, GOOGLE, GEOGRAFIA : SAN JUAN BAUTISTA ) en la Bahía Cumberland, ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : BAHÍA CUMBERLAND) fundado en 1877 por el barón Alfredo Van Rodt. GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA, GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA,ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, COSECHAS, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA: CERES, COSECHA, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA : DIOSA GRIEGA, DIOSA GRIEGA - GOOGLE, WIKIPEDIA:HIMNO HOMÉRICO, HIMNO HOMÉRICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIEGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSES GRIEGOS : CRONO, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEIA, DIOSES GRIEGOS : CRONOS, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA , DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA - GOOGLE, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA -

Deméter o Demetra (en griego antiguo Δημήτηρ o Δημητρα, ‘diosa madre’ o quizás ‘madre distribuidora’, quizá del sustantivo indoeuropeo *dheghom *mater) es la diosa griega de la agricultura, nutricia pura de la tierra verde y joven, ciclo vivificador de la vida y la muerte, y protectora del matrimonio y la ley sagrada. Se la venera como la «portadora de las estaciones» en un himno homérico, un sutil signo de que era adorada mucho antes de la llegada de los olímpicos. El himno homérico a Deméter ha sido datado sobre el siglo VII a. C.[1] Junto a su hija Perséfone eran los personajes centrales de los misterios eleusinos que también precedieron al panteón olímpico. Es fácil confundir a Deméter con Gea o Rea, y con Cibeles. Los epítetos de la diosa revelan lo amplio de sus funciones en la vida griega. Deméter y Core (‘la doncella’) solían ser invocadas como to theo (‘las dos diosas’), y así aparecen en las inscripciones en lineal B del Pilos micénico en tiempos pre-helénicos. Es bastante probable que existiese una relación con los cultos a diosas de la Creta minoica. Según el retórico ateniense Isócrates, los mayores dones que Deméter daba a los atenienses eran el grano, que hacía al hombre diferente de los animales salvajes, y los misterios eleusinos, que le daban mayores esperanzas en esta vida y en la otra.[2

GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , DETERONOMIO : Nefilim - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , DEUTERONOMIO : NEFILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, DETERONOMIO, BÍBLIA : NEPHILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, DEUTORONOMIO : NEPHILIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, LENGUA : HEBREO - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA, LENGUA : HEBREO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : JUDÍOS, CRISTIANOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : JUDÍOS, CRISTIANOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : HIJOS DE DIOS, ELOHIM, ADAM - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : HIJOS DE DIOS , ELOHIM, ADAM - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : GIGANTES, TITANES - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : GIGANTES, TITANES - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : NEHILA, CONSTELACIÓN DE ORION - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : NEPHILA, CONSTELACIÓN DE ORION - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ARAMEOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ARAMEOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA : DILUVIO UNIVERSAL - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA : DILUVIO UNIVERSAL - GOOGLE, WIKIPEDIA, PAÍSES : LÍBANO, SÍRIA, PALESTINA, ISRAEL - GOOGLE, WIKIPEDIA: PAÍSES : LÍBANO, SÍRIA, ISRAEL, PALESTINA - GOOGLE, WIKIPEDIA, POVOS : FILISTEOS, FENICIOS, GRIEGOS, JUDÍOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, POVOS : FILISTEOS, FENICIOS, GRIEGOS, JUDÍOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOABITAS, AMONITAS, EMITAS, CANNAÁN - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOABITAS, AMONITAS, EMITAS, CANNAÁN - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : ANTIGUA TRIBU CANÁNEA, CRETA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : CANÁNEA, CRETA - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COLINAS DE JUDÁ - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COLINAS DE JUDÁ -GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : LLANURA FILISTEA - GOOGLE, WIKIPEDIA, TANAJ : LLANURA FILISTEA - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORAH : OG, MAGOG, CAFTORIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORAH : OG, MAGOG, CAFTORIM - GOOGLE, WIKIPEDIA, FILISTEOS : LAHMI, LAHMU, GOLIAT - GOOGLE, WIKIPEDIA, FILISTEOS : LAHMU, LAHMI, GOLIAT - GOOGLE, WIKIPEDIA: Hebrón, Debir, Anab, Gaza, Gath, Ashdod - GOOGLE, WIKIPEDIA : HEBRÓN, DEBIR, ANAB, GAZA, GATH, ASHDOT - GOOGLE, WIKIPEDIA: PUEBLOS NEPHLIM : EMITAS, REFAITAS, ANAQUITAS - GOOGLE : PUEBLOS NEPHILIM : EMITAS, REFAITAS, ANAQUITAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, APOCRIFOS: LIBRO DE ENOC, NOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA: APOCRIFOS: LIBRO DE ENOC, NOÉ - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ : MOAB, LOT, ANAC, ARBA, CALEB - GOOGLE, WIKIPEDIA, TORÁ: MOAB, LOT, ANAC, ARBA, CALEB -GOOGLE, WIKIPEDIA: REFAIM, REFAIM - GOOGLE, WIKIPEDIA: REFAIM.

Los Nefilim o Nephilim (en hebreo הנּפלים, nefilim, "los caídos") son, en la Biblia y otros escritos religiosos judíos y cristianos tempranos, un pueblo de gigantes o titanes hijos de los "hijos de Dios" (בני האלהים, bnei ha'elohim) y las "hijas del hombre" (banot ha'adam) (Génesis 6:1-4). Según la traducción, el término nefilim se ha traducido variadamente por "gigantes", "titanes" o aún se ha dejado en el original hebreo. Para los arameos, el término Nephila se refirió específicamente a la constelación de Orion, y así los Nefilim serían descendientes medio divinos de esta constelación. Según la Biblia, los Nefilim aparecen como la causa del aumento de la maldad de la humanidad.

Aconteció que cuando comenzaron los hombres a multiplicarse sobre la faz de la tierra y les nacieron hijas,

al ver los hijos de Dios que las hijas de los hombres eran hermosas tomaron para sí mujeres, escogiendo entre todas.
Entonces dijo Yahvé: «No permanecerá para siempre mi espíritu en el hombre, porque ciertamente él es carne; pero vivirá ciento veinte años».

Había gigantes en la tierra en aquellos días, y también después que se llegaron los hijos de Dios a las hijas de los hombres y les engendraron hijos. Estos fueron los hombres valientes que desde la antigüedad alcanzaron renombre.
Génesis, 6, 1-4

El diluvio universal, y como consecuencia la destrucción de toda la humanidad fue provocada por estos seres, que no habrían sido creados según los planes de Dios, no tienen capacidad espiritual y por tanto no tienen resurrección.[1] Similarmente se trata según otras versiones, de la descendencia de los ángeles caídos y las hijas de Adán, de donde surgió esta raza con el fin de sabotear los planes de Dios, cruzándose y contaminando la descendencia de Adán. (Ne-phil'-im, significa los caídos). La palabra Refaim se interpreta también como fallecido o muerto. Pueblos Nefilim : De acuerdo a la tradición rabínica, los Anakim (anaquitas), Refaim (refaitas), Gibborim, Zamzummim, y Emim (emitas), son de la misma raza Nefilim, y todos son nombres que se traducen por "gigantes". Refaitas: Se habla de ellos como de una antigua tribu canánea, que vivía en las colinas de Judá y en la llanura filistea (Hebrón, Debir, Anab, Gaza, Gath, Ashdod).Habitantes originales de Canaán, ocupaban el Líbano y el área del Monte Hermon, se separaron al norte de la costa de Siria y Transjordania donde construyeron una cadena de ciudades fortificadas. Vivían en la región que más tarde ocuparon los moabitas y los amonitas, los primeros les llamaron emitas, y los segundos les llamaban zomzomeos.En la época patriarcal, el rey Quedorlaomer y sus aliados los subyugaron cuando invadieron Transjordania. En la parte occidental de Palestina, se aliaron y entrecruzaron con los Caftorim, que habían venido desde Creta y se establecieron en las áreas costeras, siendo conocidos como filisteos y fenicios. En el relato bíblico en el que "Israel derrota a Og rey de Basán", se señala que luego de la campaña por diferentes territorios,

Porque únicamente Og rey de Basán había quedado del resto de los gigantes. Su cama, una cama de hierro, ¿no está en Rabá de los hijos de Amón? La longitud de ella es de 9 codos, y su anchura de 4 codos, según el codo de un hombre.
Deutoronomio 3,11

El filisteo Goliat, habría sido refaíta y medía seis codos y un palmo de estatura (cerca dos metros y medio a tres metros), su hermano fue un gigante que se llamó Lahmi ("de pan" o bien "de Lahmu"). Algunos sugieren que habrían construido muchos de los monumentos megalíticos que se encuentran en Transjordania, especialmente los "dólmenes" en las cumbres de los montes. Estos eran tumbas formadas por grandes losas de piedra con forma de una habitación: cuatro losas formaban las paredes y una el techo. Como no se ha encontrado ni una sola tumba no profanada, y no se han recuperado utensilios ni trozos de cerámica de ellas, no se sabe quiénes las levantaron ni en qué tiempo fueron erigidas esas estructuras [cita requerida]. Anaquitas : El nombre (anak = gigante) se explica en el Midrash con una indicación de que llevaban cadenas al cuello. Anac, era hijo de un Refaíta, probablemente hijo de Arba, y sus hijos fueron Sesai, Aiman, y Talmai, cabezas de los clanes arameos. Estos nombres parecen ser arameos, pero su significado no es claro. Los Anakim fueron vencidos por Caleb. Emitas : Cuando Yahvé da la tierra de Moab, a los hijos de Lot, se dice que esa tierra había sido habitada por los emitas, pueblo grande, numeroso y corpulento como los anaquitas'. Interpretación según religiones : Visión judía tradicional : Según la visión judía tradicional, derivada o que derivo en el Libro de Enoc, los progenitores de los Nefilim fueron una clase particular de ángeles - los Grigori (Observadores) -, aunque hay controversia en este punto. También se ha dicho que, uno de los propósitos de Dios al inundar la Tierra en tiempos de Noé (historia del diluvio universal), fue deshacerse de los Nefilim.La referencia Bíblica de Noé acerca del "perfeccionamiento en sus generaciones" puede hacer referencia a la idea de "limpieza de la línea de sangre" de los Nefilim; del cual se puede inferir que según el relato, no habría ascendencia Nefilim en la famila de Noé, ni entre sus tres nueras.

Flora y Céfiro, por Bouguereau.

Amor Vincit Omnia (‘Amor lo conquista todo’), una representación del dios del amor, Eros, por Caravaggio, c. 1601–1602.

Fuente de Ceres en el Jardín del Parterre de Aranjuez.

Diosa Ceres sedente siglo I d.C, Museo Nacional de Arte Romano de Mérida

Ceres (Deméter), alegoría de Agosto: detalle de un fresco de Cosimo Tura, Palazzo Schifanoia, Ferrara, 1469-70.

Estatua romana de Deméter (s. III, Prado, Madrid).



quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PROFETAS E POETAS


A poesia é o princípio de toda a cultura : /
é o espírito do profeta e da sibila /
da serpente que sibila na pitonisa /
na filha da píton reticulada /

A história tem seu embrião nas frases poéticas e proféticas /
estãos nas orações dos beatos e nos oráculos das pitonisas e dos profetas /
mas antes é dada nos gritos guturais e dramáticos que encetam o canto /
que ensaiam, afinam e gravitam a voz para o canto /
em cuja origem está a fala /
quando ocorre o abrandamento e economia do canto /
no momento pré-poesia ( pré-sol, pré-sal, pré-girassol, pré-abelha rainha ) /
quando o comércio dá os primeiros passos /
convoca as leis, a ciência e a filosofia a atuar /

( a fala é o canto mitigado que lapida o canto /
dando ênfase à sobriedade ao restringir o alongamento dramático das vogais /
que ocorre na dramatização que caracteriza o grito. /
O grito é música em estado bruto /
não lapidado pela fala /
cuja função é mensurar esse drama encenado pela voz /
dando a esse drama a mescla da comédia /
que é um tempero da tragédia /
pois a tragédia é o canto sagrado constitutivo da religião e da terapia /
momento solene da crucificação, morte e ressurreição /
enquanto o condimento posto pela comédia possibilita o advento do comércio /
relação de mercado que cria as condições para a riqueza /
funda a sociedade e possibilita as condições para o surgimento da ciência e da filosofia /
fundamentos da cultura erudita /
cuja posição crítica e independente fora do âmbito do canto, dança e ritos teatrais /
fez girar em pião os cérebros pensantes até a revolução Industrial na Inglaterra
numa parusia da liberdade pelos caminhos empoeirados do espírito absoluto /
que bebeu na fonte da vodka absoluta ) /

Antes do advento da escrita e concomitantemente da história /
o cantar das vogais no momento dramático ou trágico do grito /
denotava e conotava dor ou prazer /
essência do drama e da poesia trágica /
que vem antes no canto, cuja origem é o grito, do que na escrita fria /
de mãos postas em partituras ou nos versos escritos da tragédia /

( somente a tragédia com a presença real do ser humano que a encena /
é verdadeiramente a essência do drama /
outro fundamento do canto, dos gestos , representados no teatro, /
que é o símbolo da vida humana individual e coletiva /
com todas as expressões e manifestações corporais humanas e animais /
no limite do que lhes ensina a tragédia /
desenhada no corpo do drama encenado /
no âmbito social e na economia vegetativa da natureza /
que na terminologia de Freud foi denominada de "Inconsciente" /
e Jung de "Inconsciente Coletivo " : /
o primeiro evocando o aspecto individual /
e o outro as facetas coletivas /
dicotomias presentes na vida consciente e vegetativa do ser humano /
um ser que retêm o barro do Adão que é no corpo de metais alcalinos-terrosos /
onde está arraigado o vegetal que é na flor do paraíso /
ou flor do Éden corrente na torrente de vida da floresta ) /

A poesia embrionária no grito /
que prenuncia o drama trágico /
é o princípio da razão e da sensibilidade /
que enceta a história, a filosofia e a religião /
e posteriormente toda a cultura humana /
quando a língua já está perfeita em versos de Narcisos /
que põem a cantar até o inferno no Canto do Inferno de Dante /
ou nas vozes de Goethe, Byron, Nietzsche /
na lua de mel da pré-colmeia, pré-favos-de-mel do Cântico dos Cânticos /
cujo escopo é elevar a palavra ao extremo da beleza e da precisão do pensamento /
fundando as bases mentais do ser humano /
sob a forma de religião teológica, filosofia, ciência /
cujas bases são os vocábulos /
e posteriormente na transcendência da palavra /
traduza a natureza em linguagem matemática /
do diálogo á dialética com a natureza /
viabilizando a técnica e o consequente estudo da técnica /
ao dizer a técnica em "logos", lógica : tecnologia /
discurso que põe as bases técnicas da engenharia /
antes elucubrada nos meandros insulares dos cérebros que elucubraram a física teórica /
poesia abaixo do nível dos neutrinos da flor em anti-matéria /
ou da tulipa negra envolta na cápsula negra da matéria negra /
e da energia negra que permeia o universo /
e as elucubrações dos físicos teóricos /
alquimistas-matemáticos do submundo em abelhas e mel na forma de pura energia /
quantificada no Quânticos dos Quânticos /

A poesia olha o lago /
e do lago olha o homem /
cujo olhar apaixonado retorna à imagem do Narciso de sua individualidade /
refletida e defletida ao léu do encanto espelhado em água marinha /
com a face metálica morta no submarino /

Todavia, esse Narciso submarino abandona as águas do lago e pisa terra firme /
- calca sob os pés a "terra à vista!" vista do periscópio /
porque é uma espécie desconhecida de Narciso /
um Narciso retirado do homem e da flor mítica plantada no solo do mito : /
é o Narciso anfíbio que planta a planta do pé sobre terra firme /
em Ilhas Virgens /
no reino então somente discutido por vegetais e minerais /
e cria a mente humana /
com símbolos e signos similares aos movimentos do cérebro /
na dança suave e harmônica das esferas e da eletricidade /
que vem bailando desde o encéfalo /
descendo escadas no corpo humano /
em cujos porões estãos as mãos /
que manufaturam o vasilhame de argila e escrevem poemas a Dante /
pisando serpentes e lagares e vides /
palmilhando caminhos em solo alcatifado pela flor de laranjeira caída em anjo no pó /
com a face decadente do velho Narciso agora caída pela terra /
cujo dossel é a barra da alva nos primeiros passos do anjo da luz /
que salta no solo na forma de Adão /
- um outro e desconhecido Adão /
inovação de Adão /
e de Deus /

REFERÊNCIAS :
GOOGLE, WIKIPEDIA, CULTURA : ERUDICIÓN, ERUDIÇÃO - GOOGLE, WIKIPEDIA, CULTURA : ERUDICIÓN, ERUDIÇÃO - GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTANICA : LARANJEIRA,LARANJA, NARANJA - GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTANICA : LARANJEIRA, LARANJA, NARANJA - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : DEUS, ADÁN, DIOS, ADÃO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN, DIOS, DEUS, ADÃO, ADÁN - GOOGLE, WIKIPEDIA, POETA ITALIANO, BIOGRAFÍA : DANTE - GOOGLE, WIKIPEDIA, POETA ITALIANO, BIOGRAFIA : DANTE - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA, BOTANICA : NARCISO, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA, BOTANICA : NARCISO, FLOR - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ISLAS VRIGENES , ILHAS VÍRGENS - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ISLAS VIRGENES - ILHAS VÍRGENS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO : CÉREBRO, ENCÉFALO - GOOGLE, WIKIPEDIA, SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO : CÉREBRO, ENCÉFALO - GOOGLE, WIKIPEDIA, AGRICULTURA : VIDE, VIDEIRA, VIDERA, UVA - GOOGLE, WIKIPEDIA, AGRICULTURA : VIDE, VIDEIRA, VIDERA, UVA - GOOGLE, WIKIPEDIA : SIGNOS, SIMBOLOS, DANÇA, TEATRO - GOOGLE, WIKIPEDIA: SIGNOS, SIMBOLOS, DANÇA, TEATRO - GOOGLE, WIKIPEDIA, TEATRO : TRAGÉDIA, COMÉDIA, DRAMA, MUSICA - GOOGLE, WIKIPEDIA,TEATRO: TRAGÉDIA, COMÉDIA,DRAMA , MUSICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: SUBMARINO, MARINHA, PERISCÓPIO - GOOGLE, WIKIPEDIA: SUBMARINO, PERISCÓPIO, MARINHA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ESPÉCIE, MINERALES, VEGETALES - GOOGLE, WIKIPEDIA: ESPÉCIES, MINERALES, VEGETALES - GGOLE, WIKIPEDIA, ESPÉCIES, MINERAIS, VEGETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ESPÉCIES: MINERAIS, VEGETAIS - GOOGLE, WIKIPEDIA, CIENCIA, FILOSOFIA, ARTE, CANTO - GOOGLE, WIKIPEDIA: CIENCIA, FILOSOFIA, ARTE, CANTO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANFÍBIO, ANFIBIO - GOOGLE, WIKIPEIA: ANFÍBIO, ANFIBIO - GOOGLE, WIKIPEDIA: ELETRICIDADE, ELECTRICIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA: ELETRICIDADE, ELECTRICIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA: PLANTA, LAGO - GOOGLE, WIKIPEDIA: PLANTA, LAGO - GOOGLE, WIKIPEIA: FÍSICA TEÓRICA : QUÂNTICOS, QUANTICOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, FIÍSICA TEÓRICA : QUÂNTICOS, QUANTICOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: FÍSICA QUÂNTICA, QUÁNTICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: FÍSICA : QUÃNTICA. QUÁNTICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ALQUIMISTAS, MATEMÁTICOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: ALQUIMISTAS, MATEMÁTICOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA: ANTI-MATÉRIA, MATÉRIA ESCURA, OSCURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA : ANTI-MATÉRIA, MATÉRIA ESCURA, OSCURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ASTROFÍSICA : ENERGIA ESCURA, OSCURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, ASTROFÍSICA : ENERGIA ESCURA, OSCURA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ENGENHARIA, NATUREZA, ENGENARÍA, NATURALEZA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ENGENARÍA, NATURALEZA, ENGENHARIA, NATUREZA - GOGOLE, WIKIPEDIA: DIALÉTICA, DIALÉCTICA, DIÁLOGO, DIALOGO - GOOGLE, WIKIPEDIA: DIALÉTICA, DIALÉCTICA, DIÁLOGO, DALOGO - GOOGLE, WIKIPEDIA: MATEMÁTICA, PENSAMENTO, PENSAMIENTO - GOOGLE, WIKIPEDIA : MATEMÁTICA, PENSAMENTO, PENSAMIENTO - GOOGLE, WIKIPEDIA: METALES, METAIS, LUZ, PAZ - GOOGLE, WIKIPEDIA: METALES, METAIS, LUZ, PAZ - GOOGLE, WIKIPEDIA: TÉCNICA, TECNOLOGIA, LÓGICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: TECNICA, TECNOLOGIA, LÓGICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: FLOR, FLORESTA, MITO - GOOGLE, WIKIPEDIA: FLOR, FLORESTA, MITO - GOOGLE, WIKIPEDIA: POEMA, POESIA, TERRA - GOOGLE, WIKIPEDIA : POEMA, POESIA, MITO - GOOGLE, WIKIPEDIA: ABELHAS, ABEJAS, MEL, UNIVERSO - GOOGLE, WIKIPEDIA: ABELHAS, ABEJAS, MEL, UNIVERSO - GOOGLE, WIKIPEDIA: VASILHAME DE ARGILA, ANJO, ÁNGEL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VASILHAME DE ARGILA, ANJO, ÁNGEL - GOOGLE, WIKIPEDIA: NUTRINOS, PALBRAS, PALAVRAS - GOOGLE, WIKIPEDIA: NEUTRINOS, PALAVRAS, PALABRAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : VOCÁBULOS, SOLO, TERRA, TIERRA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VOCÁBULOS, SOLO, TERRA, TIERRA - GOOGLE, WIKIPEDIA: HOMEM, HOMBRE, CÁPSULA, TULIPA - GOOGLE, WIKIPEDIA: HOMEM, HOMBRE, CÁPSULA, TULIPA - GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTÁNICA, BOTÂNICA : TULIPA NEGRA, GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTÁNICA, BOTÂNICA: TULIPA NEGRA - GOOGLE, WIKIPEDIA: LINGUAGEM MATEMÁTICA, GOOGLE, WIKIPEDIA: LINGUAGEM MATEMÁTICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: PRINCÍPIO, RAZÃO, RAZÓN, SENSIBILIDADE, SENSIBILIDAD - GOOGLE, WIKIPEIA: PRINCÍPIO, RAZÓN, RAZÃO, SENSIBILIDADE, SENSIBILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA: PARAÍSO, PARADISO, JARDÍN, JARDIN DO ÉDEN - GOOGLE, WIKIPEDIA: PARAÍSO, PARADISO, JARDIM, JARDÍN DEL ÈDEN - GOOGLE, WIKIPEDIA: RELIGIÓN, RELIGIÃO, HISTORIA, COLMEIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: RELIGIÓN, RELIGIÃO, HISTORIA, COLMEIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: LENGUA, LÍNGUA, VERSOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: LENGUA, LÍNGUA, VERSOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: DIVINA COMÉDIA DE DANTE - GOOGLE, WIKIPEIA; DIVINA COMÉDIA DE DANTE - GOOGLE, WIKIPEDIA: CANTO DEL INFERNO - GOOGLE, WIKIPEDIA: CANTO DE INFERNO - GOOGLE, WIKIPEDIA: LUA, LUNA, SER , TRANSCENDENCIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: LUNA, LUA,. 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El profeta Jeremías

Según una doble acepción, la palabra profeta puede significar:

  • Persona que es capaz de predecir acontecimientos futuros (videncia), lo que comúnmente se conoce como profecía.
  • Persona que habla por inspiración divina o en nombre de Dios. Es una figura clave en muchas religiones puesto que su don proviene de su capacidad de hablar con Dios y ser inspirado por Él.

Siguiendo la segunda acepción, en el islam:Dios (En árabe: Alá y en el arameo hablado por Jesús de Nazaret: Alaha) es la única divinidad, y Muhammad صلّى الله عليه وسلّم (Mahoma) uno de sus profetas.Para el judaísmo, islam y el cristianismo, ha habido varios profetas, según puede leerse en el Antiguo Testamento y el Corán. Se ha traducido como profeta (en griego, πρoφήτης), la palabra hebrea nabi, cuyo significado literal es "llamado".

Representación ideada de Daniel en la fosa de los leones
Pintura de Peter Paul Rubens

Daniel (del hebreo דָּנִיֵּאל) cuyo nombre significa "Dios es mi juez" o "La Justicia de Dios". Según lo que aparece escrito en la Biblia, Daniel formaba parte de la tribu de Judá, que había sido capturada y permanecía en Babilonia cuando Nabucodonosor II destruyó la ciudad de Jerusalén.Un grupo de jóvenes fue seleccionado para ser llevado ante Nabucodonosor. Eran escogidos de las tierras y pueblos que Babilonia había conquistado. Fue acompañado por, entre otros, tres jóvenes hebreos de su misma tribu: Hananías, Azarías y Misael. Aunque muchos de los exiliados vivían cerca del río Kebar, fuera de la ciudad de Babilonia, se escogió a Daniel y sus tres compañeros para un aprendizaje especial de la escritura y lengua caldeas durante tres años, a fin de equiparlos para funciones de gobierno. Como era costumbre, les pusieron nombres babilonios: a Daniel le llamaron Beltsasar conforme al nombre del dios de Nabucodonosor.


Ubicación de Delfos [Delphes], en Grecia
Templo de Apolo
Ruinas de Delfos
La sibila de Delfos (1510, 350 × 380 cm), fresco de Michelángelo (1475-1564) en la Bóveda de la Capilla Sixtina
Orestes en Delfos; crátera con figuras rojas, ca. 330 a. C.
Los picos Fedríades (‘brillantes’) de Delfos
Plano del santuario de Apolo Pitio
Ónfalos de Delfos que se exhibe en el museo
Auriga de Delfos que se exhibe en el museo

El oráculo de Delfos fue un gran recinto sagrado dedicado principalmente al dios Apolo que tenía en el centro su gran templo, al que acudían los griegos para preguntar a los dioses sobre cuestiones inquietantes. Situado en Grecia, en el emplazamiento de lo que fue la antigua ciudad llamada Delfos (que hoy ya no existe), al pie del monte Parnaso, en medio de las montañas de la Fócida, a 700 m sobre el nivel del mar y a 9,5 km de distancia del golfo de Corinto.De las rocas de la montaña brotaban varios manantiales que formaban distintas fuentes. Una de las fuentes más conocidas desde muy antiguo era la fuente de Castalia, rodeada de un bosquecillo de laureles consagrados a Apolo. La leyenda y la mitología cuentan que en el monte Parnaso y cerca de esta fuente se reunían algunas divinidades, diosas menores del canto, la poesía, llamadas musas junto con las ninfas de las fuentes, llamadas náyades. En estas reuniones Apolo tocaba la lira y las divinidades cantaban.El oráculo de Delfos influyó en gran manera en la colonización de las costas del sur de Italia y de Sicilia. Llegó a ser el centro religioso del mundo helénico.La Fócida o Focia es una antigua región del centro de Grecia atravesada por el gran macizo del monte Parnaso. En época de la Grecia clásica una parte de esta región, la que está situada al pie de dicho monte, tenía el topónimo de Pyto (o Pito), en griego Πυθω. Este lugar es el conocido como Delfos, es decir, Pyto y Delfos son sinónimos.El puerto de Itea era la puerta al mar más cercana a Delfos.El nombre de Pito fue tomado de la serpiente Pitón (Πυθων) que vivía en una cueva de estos parajes y a la que el dios Apolo dio muerte para apoderarse de su sabiduría y ser él quien presidiera el oráculo. La mitología cuenta que después de dar muerte a la serpiente, Apolo guardó sus cenizas en un sarcófago y fundó en su honor unos juegos fúnebres que se llamaron Juegos Píticos. Más tarde corrió la leyenda de que ese sarcófago se hallaba enterrado debajo del ónfalos, piedra cuyo nombre significa "ombligo del mundo", en el templo de Apolo en Delfos. De este nombre derivó el de Pitia o Pitonisa (Πυθια), nombre que se le fue dando a las mujeres que interpretaban las respuestas, es decir el oráculo. Al templo de Apolo se le llamaba también Pition (Πυθιoν) y al mismo Apolo en Delfos se le llamó Apolo Pitio.El topónimo de Delfos viene de Delfine (Δελφινης), que era el nombre del dragón mitológico que custodiaba el oráculo antes de la llegada de Apolo. A partir del siglo IV a. C., se le empezó a llamar Pitón en lugar de Delfine, aunque en esencia era el mismo personaje. Son dos fases sucesivas de la leyenda. Siguiendo el topónimo de Delfine, al templo de Apolo se le llamó igualmente Delfinion (Δελφίνιo)

Serpientes
Rango fósil: Cretácico: Presente

Antaresia maculosa
Clasificación científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Clase: Sauropsida
Subclase: Diapsida
Superorden: Lepidosauria
Orden: Squamata
Suborden: Serpentes
Linnaeus, 1758
Distribución
Infraórdenes y familias

Las serpientes (Serpentes) u ofidios (Ophidia) son un suborden de saurópsidos (reptiles) diápsidos pertenecientes al orden Squamata, caracterizado por la ausencia de patas y el cuerpo muy alargado. Se originaron en el período Cretácico.Las serpientes se caracterizan por la ausencia de extremidades y cuerpo alargado. Algunas poseen mordeduras venenosas que utilizan para matar a sus presas antes de ingerirlas. Otras serpientes matan a sus presas por constricción, por ejemplo estrangulación.Se reconocen 456 género y más de 2.900 especies.Evidentemente, las serpientes derivan de algún tipo de lagarto, pero los detalles concretos de su origen no están claros. En la mitología griega, Pitón era una gran serpiente, hija de Gea, la madre Tierra, nacida del barro que quedó en la tierra después del gran diluvio. El monstruo vivía en una gruta cerca de Delfos, sobre el monte Parnaso y allí custodiaba el oráculo. El dios Apolo mató a la Pitón, exigió el oráculo para sí y desde entonces fue conocido como Apolo Pitio. Se dice que el dios había establecido los Juegos Píticos para celebrar su victor.

Heroónpolis o Heroópolis, nombre helenizado de la antigua ciudad que fue capital del VIII nomo del Bajo Egipto.

Mapa de Egipto: Heroónpolis.

Nombre egipcio: Pi-Tum o Pa-Tum "Casa de Atum". Nombre griego: Heroónpolis Ἠοώων πόλις o Ἡρώ (Estrabón). Nombre bíblico: Pitón. Nombre hebreo: (פתם). Nombre árabe: Tell el-Masjuta. Heroónpolis fue una importante antigua ciudad situada al este del delta del Nilo, cerca de la desembocadura del canal que unía el río Nilo con el mar Rojo, el Canal Real (Ἡρωοπολίτης κόλπος , Ptol. v. 17. § 1, Latin: Heroopoliticus Sinus), y aunque no estaba en la costa, sino con rumbo norte de los lagos Amargos, Heroónpolis era de suficiente importancia como plaza comercial, dando su nombre a la rama del mar Rojo. Posiblemente Heroónpolis era Pitón, una de las ciudades mencionada en el Exodo 1:11, la que fue ordenada construir por el faraón de la opresión con el trabajo forzado de los israelitas.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

O SOLITÁRIO ARQUIPÉLAGO DO HAVAÍ


A solidão do homem no mar do náufrago / faz ele procurar a ilha Deus / O homem busca a Deus no desespero de estar prestes a se afogar / nas ondas encapeladas do mar de Sargaços / clama e nada freneticamente na direção da terra que pode ser a imaginária ilha de Deus / ou Deus em ilha no meio das águas azuis ou verdes do oceano sem paz / que em sua imensidão é um deus assustador / ( O oceano é o deus Posseidon com o tridente na formulação mitológica dos antigos gregos que construíam equações com mitos inexatos ) /

Porém Deus é surdo e não toma parte em nada deste mundo / Deus é meramente um ser constituído de atos humanos / não um ser de fato, não um ente natural, plantado ao sopé do monte Horeb da realidade / ( Deus é tão-somente uma ilha de atos / um símbolo cruel da solidão humana / enquanto o ser humano é a solidão em uma ilha de fato / cercado pelas águas e metais terrosos do corpo / O espaço circundante do corpo humano é sua ilha / cujos outros náufragos são palmeiras, / árvores do paraíso, insetos, pássaros, repteis / que escaparam do naufrágio levados à deriva pelas ondas / até os bancos brancos de areias alvas / da praia exposta à luz dos olhos pela barra da alva alba longa, Albalonga ) /

Náufrago junto a outros náufragos / o homem tentou fugir de sua ilha pilotando o veleiro / que é uma outra espécie de corpo de centauro criado para a engenharia náutica / no afã de dar na costa marcada pelas areias / que guarda os rastros visíveis da mulher / também solitária em sua ilha paradisíaca /

Mas no encalço dos rastos que desenharam os pés femininos na areia branca / perdeu a pista em algum caminho relvado / ou nas penhas onde falcões peregrinos nidificaram a idéia zoológica do poeta /

Antes que a solidão voltasse a içar e inflar as velas do veleiro / ( o veleiro é o centauro na junção física e mental do homem e do barco a velas ) / do barco que depois de deixar o mar / seguiu o veleiro ao homem como carga amarrada às espáduas e braços daquele / arriadas as velas inspiradas na técnica dos moinhos de vento / palmilhando o caminho aberto pelo centauro com velas até os pés da areia / andando e decodificando rastros e feromônio de fêmea / que foram das dunas ao penhasco / desaparecendo no silêncio anti-rastreador das penhas / fato que fez o monge retornar decepcionado rumo às correntes oceânicas / novamente náufrago em seu veleiro / centauro em seu barco a velas no vasto oceano / ( o homem é o monge quando cônscio de sua solidão na terra / sem esperança de encontrar ninguém em sua longa jornada ) /

O périplo do homem carregando o peso do veleiro que inventou / navegando por pélagos de solidão absoluta e irremediável / - essa solidão é também o seu naufrágio / sendo o barco a velas a outra face afogada de Narciso /
REFERÊNCIAS :
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Narciso, por Caravaggio (h. 1595; Palacio Barberini de Roma).

En la mitología griega, Narciso (en griego Νάρκισσος) era un joven conocido por su gran belleza. Acerca de su mito perduran varias versiones, entre las que se cuenta la de Ovidio, que fue el primero en combinar las historias de Eco y Narciso, y relacionarlas con la anterior historia del vidente-ciego Tiresias.Según esta última, tanto doncellas como muchachos se enamoraban de Narciso a causa de su hermosura, mas él rechazaba sus insinuaciones. Entre las jóvenes heridas por su amor estaba la ninfa Eco, quien había disgustado a Hera y por ello ésta le había condenado a repetir las últimas palabras de aquello que se le dijera. Eco fue, por tanto, incapaz de hablarle a Narciso de su amor, pero un día, cuando él estaba caminando por el bosque, acabó apartándose de sus compañeros. Cuando él preguntó «¿Hay alguien aquí?», Eco contenta respondió: «Aquí, aquí». Incapaz de verla oculta entre los árboles, Narciso le gritó: «¡Ven!». Después de responder: «Ven, ven», Eco salió de entre los árboles con los brazos abiertos. Narciso cruelmente se negó a aceptar su amor, por lo que la ninfa, desolada, se ocultó en una cueva y allí se consumió hasta que solo quedó su voz. Para castigar a Narciso, Némesis, la diosa de la venganza, hizo que se enamorara de su propia imagen reflejada en una fuente. En una contemplación absorta, incapaz de apartarse de su imagen, acabó arrojándose a las aguas. En el sitio donde su cuerpo había caído, creció una hermosa flor, que hizo honor al nombre y la memoria de Narciso.

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Centauro luchando contra un lápita (detalle del Partenón.)

En la mitología griega, los centauros (en griego Κένταυρος Kentauros, ‘matador de toros’, ‘cien fuertes’, plural Κένταυρι Kentauri; en latín Centaurus/Centauri) son una raza de seres con el torso y la cabeza de humano y el cuerpo de caballo. Las versiones femeninas reciben el nombre de centáurides. Vivían en las montañas de Tesalia y eran hijos de Ixión y Néfele, la nube de lluvia. Alternativamente, se les consideraba hijos de Kentauros (el hijo de Ixión y Néfele) y algunas yeguas magnesias, o de Apolo y Hebe. A veces se cuenta que Ixión planeaba mantener relaciones sexuales con Hera pero Zeus, su esposo, lo evitó moldeando una nube con la forma de Hera. Puesto que Ixión es normalmente considerado el ancestro de los centauros, puede hacerse referencia a ellos poéticamente como Ixiónidas.Los centauros son muy conocidos por la lucha que mantuvieron con los lápitas, provocada por su intento de raptar a Hipodamía el día de su boda con Pirítoo, rey de los lapitas y también hijo de Ixión. La riña entre estos primos es una metáfora del conflicto entre los bajos instintos y el comportamiento civilizado en la humanidad. Teseo, un héroe y fundador de ciudades que estaba presente, inclinó la balanza del lado del orden correcto de las cosas, y ayudó a Pirítoo. Los centauros huyeron. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, Las metamorfosis xii. 210; Diodoro Sículo iv. 69, 70.) Escenas de la batalla entre los lápitas y los centauros fueron esculpidas en bajorrelieves en el friso del Partenón, que estaba dedicado a la sabia Atenea.Como la Titanomaquia, la derrota de los Titanes por los dioses olímpicos, las contiendas con los centauros representan la lucha entre la civilización y el barbarismo y es conocida como Centauromaquia.

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Alba Longa (en fuentes italianas ocasionalmente escrito Albalonga) fue una antigua ciudad del Lacio, situada en los montes Albanos, fundadora y cabeza de la Liga Latina; fue destruida por Roma alrededor de la mitad del siglo VII a. C.

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Velero en Carlos Paz, Córdoba

Una embarcación a vela o velero es una embarcación en la cual la acción del viento sobre la vela constituye su forma principal de propulsión.

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Mapa del mar de los Sargazos, con indicación de las corrientes marinas circundantes.

El mar de los Sargazos es una región del océano Atlántico septentrional que se extiende entre los meridianos 70º y 40º O y los paralelos 25º a 35º N, con una superficie total —aunque variable— de 3.500.000 km2, que se caracteriza por la frecuente ausencia de vientos, corrientes marinas, y la abundancia de plancton y algas, estas últimas formando «bosques» marinos superficiales que pueden extenderse de horizonte a horizonte y constituyeron junto a las «calmas chichas»[1] un formidable escollo para la navegación desde la época del descubrimiento de América.

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Estatua de Neptuno en Bristol (Inglaterra).

En la mitología griega, Poseidón o Posidón (en griego antiguo Ποσειδῶν) era el dios del mar y, como «Agitador de la Tierra», de los terremotos. El nombre del dios marino etrusco Nethuns fue adoptado en latín para Neptuno (Neptunus) en la mitología romana, siendo ambos análogos a Poseidón. Las tablillas en lineal B muestran que Poseidón fue venerado en Pilos y Tebas en la Grecia micénica de finales de la Edad del Bronce, pero fue integrado en el panteón olímpico posterior como hermano de Zeus y Hades. Poseidón tuvo muchos hijos y fue protector de muchas ciudades helenas, aunque perdió el concurso por Atenas contra Atenea. Le fue dedicado un himno homérico.( GOOGLE, WIKIPEDIA : HIMNO HOMÉRICO ) .

GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : Monte Sinaí, SINAI - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : MONTE SINAI, SINAÍ - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : PENÍSNSULA DO SIAÍ, SINAI - GOOGEL, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : PENÍNSULA DO SINAÍ, SINAI - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA: EGIPTO, EGITO, ASIA, ÁSIA - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : EGIPTO, EGITO, ÁSIA, ASIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: DEZ, DIEZ MANDAMENTOS, MADAMIENTOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: DEZ, DIEZ MADAMENTOS , MANDAMIENTOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: ÁRABE, MONTE MOISÉS - GOOGLE, WIKIPEDIA: MONTE MOISÉS, ÁRABE

Vista desde lo alto del Monte Sinaí

El Monte Sinaí es una montaña situada al sur de la Península del Sinaí, al nordeste de Egipto, en Asia, y es el lugar donde, según la Biblia, Dios entregó a Moisés los Diez Mandamientos. Desde la época de Santa Helena ha sido identificado con Jabal Musa, o Gebel Musa, nombre árabe que significa Monte Moisés.

Vista desde lo alto del Monte Sinaí